Mostrando postagens com marcador dúvidas em demasia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dúvidas em demasia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de junho de 2010

I KNOW IT'S OVER

Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
And as I climb into an empty bed
Oh well... Enough said
I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go
Oh...

(... she needs you
more than she loves you)
And I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go
I know it's over
And it never really began
But in my heart it was so real
And you even spoke to me, and said:
"If you're so funny
Then why are you on your own tonight?
And if you're so clever
Then why are you on your own tonight?
If you're so very entertaining
Then why are you on your own tonight?
If you're so very good-looking
Why do you sleep alone tonight?
I know...
Because tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms..."

It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes strength to be gentle and kind
It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes guts to be gentle and kind

Love is Natural and Real
But not for you, my love
Not tonight, my love
Love is Natural and Real
But not for such as you and I, my love

Oh Mother, I can feel the soil falling over my head

The Smiths

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Well

How can they see the love in our eyes
And still they don't believe us?
And after all this time
They don't want to believe us...
And if they don't believe us now
Will they ever believe us?
And when you want to Live
How do you start?
Where do you go?
Who do you need to know?

domingo, 29 de junho de 2008

infelizmente

Eu gosto daquele cheiro.
Pois é; eu sempre gostei.
O cheiro do som dos passos. O cheiro da cor do céu. O cheiro da eternidade latente nos olhos. O cheiro do gosto da dor que emana das entranhas e envolve os músculos e todo o resto.
Eu sempre gostei da noite. Sempre gostei de me auto-destruir aos muitos. Gosto do sangue escorrendo da boca, da fumaça saindo do nariz, da luz invadindo os poros.
Eu gosto daquelas palavras. Gosto de sentir tudo que elas são capazes de realizar, gosto de vê-las saindo da goela e se alastrando pelos meus ouvidos atiçando as borboletas do meu estômago.
Sempre gostei de abraços fracos por só saber doar os mesmos. Sempre gostei de ossos se apertando e de rapazes estreitos por serem os únicos que cabem.
Sempre gostei de força nos olhos e delicadeza nas mãos. Gosto de saliva quente e tinta, de suor salgado e de lágrima doce cheirando a gim.
Eu gosto daqueles pêlos ausentes e daqueles erupções. Gosto da barba mal feita e da pele lisa. Sempre gostei de muita coisa ao mesmo tempo.
não me venha com decepções e desculpas e promessas. Mentiras sinceras eu aceito... porque eu sempre gostei.

terça-feira, 24 de junho de 2008

falando mal sobre o cocô da vespa

Percorro caminhos libidinosos sempre a procura de algo que me faça mal. Substituo palavras e finjo conjecturas. Adormeço em poças de sangue e sonho com crueldades mortas. Lembro-me de sombras esguias e lamento a pureza dos sentidos. Engulo partes inteiras de fragmentos de um inverno passado e mastigo pouco os pedaços de língua a mim destinados. Quebro costelas e aspiro pulmões ocos. Sangro sorrisos machucados e observo - quieta - o grande caos no qual me encontro. Mergulho nas madrugadas insanas e escuras que estendem-se pela eternidade de umas horas e sofro por antecipação. Eu lamento minha desesperança genuína em frente aos demônios que escorrem pelas janelas da alma de outrem e derreto meus projetos desfigurados pela luz púrpura do neon que brilha no letreiro da esquina. Sigo, a passos rápidos, os gatos de rua que são mais sinceros que qualquer outro e rastejo entre as verdades cuspidas pelos pobres de espírito. choro lágrimas doidas quando o sol desaparece no meu interior e abandono qualquer sintoma de saudade. Bebo doses pesadas de amores vazios e injeto um pouco de ar doce em minhas veias.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Semáforo

Hoje é terça-feira
o céu borrou a cor
ó minha mão do céu
ó meu pé do chão
Eu não ouço vocês
eu não ouço vocês
eu não creio em vocês
Só acredito no semáforo
só acredito no avião
eu acredito no relógio
só acredito...
Hoje é terça-feira
e o céu se põe
debaixo do tapete
um tesouro
eu não acredito, não
Só acredito no semáforo
só acredito no avião
eu acredito no relógio
acredito no coração
não, não, não
Hoje é terça-feira
e todos meus amigos voam
com olhos de anis
com asas de fogo
e meus olhos cheios
de mágoa então.
Hoje é terça-feira
hoje é terça-feira
e todos meus amigos querem morrer.

Vanguart

Tava afim de ver esses caras na virada cultural. Tava afim de ver mais um bando de coisa também, é verdade, mas me contentaria só com eles... e com uma boa companhia e um pouco de felicidade. E só. Tava ótimo. Só que me parece que o final de semana não será dos melhores... mas eu vou tentar torná-lo, ao menos, suportável.

Hoje: Dia dolorido e agradável. Cheio dos extremos. Preciso de paz e descanso e de mais feriados prolongados!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

bem típico:

Comendo nuggets com queijo. A ponta do meu dedo está queimada e a chuva não pára de cair. Rola yeah yeah yeahs de fundo (tsuu.pa.tsuu.tsuu.pa) e tem um caderno aberto na minha frente. Não sai nada de mim... e também não entra (infelizmente).
É engraçado como criar expectativas sempre fode com tudo. É engraçado perceber que meus dias vão embora sem me levar.
A noite tá quase acabando, a música também. Os nuggets já se foram. Todos.
Então, como sempre, o que sobrou não foi nada além de uma tela acesa, uma alma sozinha, uma folha em branco e pedaços de chocolate derretendo dentro do meu peito.

domingo, 23 de março de 2008

Haha

De repente o vinho virou água!
E a ferida não cicatrizou.
O limpo se sujou.
E, sabe, no terceiro dia ninguém ressuscitou...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Peso nos pulmões

Estou cansada. Cansada mental e fisicamente.
Meus pulmões andam pesados e minha sanidade perturbada.
Não tenho pra onde fugir. Todos os caminhos que eu crio me levam pro mesmo lugar, sempre.
Eu tô tentando, de verdade, manter tudo em ordem, mas sozinha eu nao consigo.
Meus sonhos estão envelhecendo, meus dias estão se prolongando e minhas costas estão fodidas como sempre, como nunca!
E eu preciso de tranquilidade e de liberar essa fumaça que tá dentro de mim.
Preciso deixar meu orgulho de lado e colocar as cartas na mesa.
Eu preciso de muita coisa, mas não tenho nada. Nada. Não mais.
Eu pensei, uma vez, que o mundo me pertencia.
Mas não, ele pertence aos outros. Aos outros aos quais eu também pertenço.
O mundo só vai ser meu quando eu conseguir minha liberdade. Quando eu conseguir me livrar do meu orgulho e do meu pré-conceito em relação a tudo e a todos.
Mas eu não sou forte o bastante. Não agora, pelo menos.
Amanhã, quem sabe?
Agora só quero dormir e esquecer de todo o resto que tá me machucando tanto.
Agora eu só queria a tranquilidade de outrora.
Agora eu só queria voltar ao que eu era antes.
Luz, camera, ação.
Mentiras. Mais um dia.
bons sonhos, queridos.
Divirtam-se bastante, enquanto eu lamento minha solidão.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Com dois L's

Wake up the sun is coming
Through the window
We're riding with the sun
I feel your heart beat
The morning light plays in your eyes
With floating blue and white skyline
A city in the skies for Isabella
We're gazing through the clouds
We sail the wind rose (four winds)
The break of day sparks my desire
And ocean waves won't quench the fire
We kiss we're high,
we're riders in the sky
The city lies below
A sillouete, a glow
A tale of passion
I close my eyes (full flaps downs)
You hold me tight
We touch the ground
Isabella
Our hopes are riding over the city
We search the busy streets
We're not alone here
The city lights flare my desire
A million tears won't quench the fire
And if it starts to rain
We'll take a train
Tom Jobim


Só queria que as coisas fossem um pouco mais fáceis, mais simples.
Eu só queria poder viver do meu jeito, pra tirar esse peso dos meus pulmões.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Enlouquecendo...

Eu meio perdida. Inerte. Desvairando no meu universo paralelo. Me intrigando com os pequenos detalhes todas as noites e amanhecendo mais fraca. Cuspindo sangue e tomando remédios contra a dor que sai do meu útero e atinge meus neurônios adormecidos.
Overdoses.
De tudo! Carência e amores. Insônia e medo.
Necessidade latente. Me afogo nos meus tormentos adormecidos e finjo esquecer meus demônios atraentes e selvagens.
Mais uma dose... em menos de uma hora. 35 gotas, mais 20. Dá bastante coisa. Sem água dessa vez, pra ver se funciona.
A dor insiste. Pira. Quase desmaio. Adoraria.
Olhos arregalados esforçando-se pra enxergar algo onde só existe o escuro... e o silêncio.
Chove dentro de mim, e fora só há vestígios. Céu sem cor e sem estrelas. Nuvens de chumbo. Eu grito um horror abafado. Não existe afago nem compreensão. Muito menos carinho. Só desilusão. Sozinho.
Visualizo meus receios concretizando-se em atos. Personifico meus desejos e tormentos.
Meu tato no breu não funciona, tal como meu olfato e qualquer outro sentido.
É quieto demais fora de mim, tenho medo de me perder de novo. É sombrio e frio. Alucinante!
Abraços e sorrisos ausentes.
Ele pertence ao mundo e a todas as suas delicias. Eu hospedo-me na desculpa mais próxima.
Um belo contraste. Atraente e excitante. Inebriante.
Na noite desvairada e sem lua ele se perde... e eu vomito.
Gosto de tentar dormir pensando que é sincero...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

ilhada

É bonito ver as cargas elétricas despencando das nuvens de veludo. Descem com graça e leveza e anunciam à noite o tormento que está pra chegar. Afugentam as estrelas com o barulho e iluminam a noite sem lua com rastros de luz que duram menos que um orgasmo.
Chovem gotas grossas e frias, como lágrimas doces vindas de algum lugar... Ventos uivantes esfriam o ar já muito úmido de uma noite outrora quente.
eu só observo; contemplando quieta todo caos indiferente que me envolve, nesse cosmos que sangra desilusão e suplica por mais esperança. Eu quase desisto, por ser tudo tão frio e sozinho.
As nuvens, agora, já cobrem tudo. Eu brindo com o vácuo, um gole de silêncio, comemorando minha solidão cortante, enlouquecedora, quase homicida.
Levanto a taça já vazia. Tudo me remete a lembranças. eu choro, sangro e grito por dentro. Olho. confundem-se carência e vingança, com a água da chuva que balança a da piscina. Lágrimas e vento, tudo mais ou menos com o mesmo gosto.
Dedico mais um gole, agora para os segundos que perduram pela eternidade dos meus dias de tempestades internas; aquelas que me piram, porque é tudo muito quieto, um tanto triste e salgado. Me jogo na água doce, pensando me livrar dos demônios amargos. Durmo, afundo e não sonho, mais uma vez.

Churrasqueira sem luz, 16 de janeiro de 2008

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Aaaaaaaaaah!

Hoje é um daqueles dias insuportavelmente chatos e quentes.
Aquele em que você quase pira por não ter o que fazer, por não ter com quem falar, por não saber se expressar, por muitos nãos!
É terrível não conseguir fugir porque não há lugares pra onde ir. Porra! preciso de umas overdoses culturais e entrar num coma induzido por alguma coisa pra correr desse mundo insano em que ninguém mais sabe falar a verdade e onde todo mundo gosta de foder com todo mundo por simples narcisismo!
É querer demais pedir pra passar um tempo a mais sendo feliz sem precisar se preocupar com todo o resto profano que anda circulando pelas ruas jogando palavras sem sentido ao vento porque ninguém consegue mais escutar ninguém porque estão todos muito preocupados com seus próprios "bigos"? Eu acho que não. Mas o que eu acho não vale.
Foi realmente engraçada essa madrugada. Discussões malucas sobre deus, sobre o sangue de deus, sobre o que estaríamos fazendo no sangue dele e sobre o universo espelhado e heroína e fungos assassinos que tomam conta do cérebro das formigas. Discussões sobre onde estaria John Lennon - se ele estaria nos olhos de deus e o que ele estaria enxergando se estivesse lá - e discussões sobre como seria idiota contar isso algum dia pra alguém... Mas eu conto, pra quem quiser e pra quem não quiser ouvir (ler) porque eu to pouco me fodendo!
Estou escrevendo e pensando de um jeito muito rápido; não consigo nem acompanhar meus próprios pensamentos, quem dirá o mundo lá fora. E a unica coisa que me falta dizer é "Thanks, Jack"
Hahahahahahahaha, Beat! Beat! Beat!






THERE'S TIME TO KILL TODAY!
('cause I got a man makes me want to kill!)

Eu cansei muito mesmo desses limites que me foram impostos e que por pura falta de coragem - e por puro excesso de preguiça - eu não consigo transpor. Preciso me libertar de todos esses dogmas.
Então agora só me resta escutar musica, torcer pra que o ventilador não caia na minha cabeça e esperar para ser salva, já que, até agora, não descobri como fazer isso por mim mesma.
Sou uma medrosa. Uma medrosa que precisa emagrecer e parar de acreditar em tudo que lhe dizem.


oh so wrong my lovin goes
under the fog fog fog
and I believed them all
well I'm just a poor little baby cuz
well I believed them all

I wish I could buy back
the woman you stole
Ycontrol Ycontrol
you walk walk walk walk walk my winners
out of control
high control
you walk walk walk walk walk my winners out

domingo, 25 de novembro de 2007

desilusões




Oh, dois grandes olhos vazios.


Tornei-me teu refúgio.


Corres a mim quando todos os outros abismos te repudiam,


pois sabes que nunca olharei pra dentro de ti com medo de me perder.


Prefere teu Sol amarelo, que te dá calor e atenção todos os dias,


e quando anoitece e ele te esquece, procura-me.


Sou atenta a todos os amantes da luz da lua,


que ilumina os despretensiosos


e se apaixona por sorrisos sacanas.


Desculpe-me, mas nunca menti olhando pra ti.


Agora vá!


E, por favor, apague a luz e deixe-me brilhar.


terça-feira, 20 de novembro de 2007

fugir do destino

Não deixe o breu esconder toda a cor dos olhos.

Existe muito além do precipício.

Um passo pra trás, pronto, agora saia correndo.

Vá! para longe, onde os teus demônios não possam te encontrar.

Mergulhe no poço, porque lá no fundo a água é limpa.

E o musgo faz a transparência ficar verde.

Todo o verde refletido pelo que te resta.

O verde é tudo que resta.

Seus olhos.

E eu termino aqui.

Ou aí. Ou ali.

Eu sou o seu precipício.

Ou eu sou o fundo do poço.

A escolha é tua.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

sou uma pergunta!!!!!




É engraçado como penso tanto em noites escuras, silenciosas e sem fantasmas. O cansaço me consumia demasiadamente essa madrugada; pernas doloridas, dor de cabeça - Lê-se ressaca por antecipação - e dor nas costas. Nenhum ruído, a não ser o de algum raro carro perdido às 4 horas da manhã. O barulho de uma noite agitada e de um dia bom ecoava na minha cabeça. Arrependimento e satisfação, tenho medo das minhas contradições. Pensamento que nunca pára, que não me deixa me desligar, que me corrói e me faz quase desistir. Tenho muita coisa pra falar, mas temo que ninguém entenda. Não sei se eu mesma estou preparada pra me conhecer... enquanto não tenho convicção de que sou forte o bastante pra ser verdadeira comigo mesma continuo sendo esse enorme ponto de interrogação.




"Se a lua sorrisse, teria a sua cara
Você também deixa a mesma impressão
De algo lindo mas aniquilante."


Me senti lisongeada.